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2014/06/10

Dia de Portugal : Mudam-se os tempos,mudam-se as vontades

2013/03/06

Portugal não é uma jangada de pedra

Os portugueses de Quinhentos lançaram-se destemidamente em viagens transatlânticas rumo ao desconhecido, usando caravelas, quais meras cascas de noz, afrontando tormentas e mitos de toda a natureza. E venceram, dando ao mundo novos mundos, contribuindo decisivamente para a globalização que agora vivemos...

Afinal, pensando um pouco, somos "A Primeira Aldeia Global "...

2013/03/05

Portugal...


MAR PORTUGUÊS

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Fernando Pessoa
@as-nunes

2012/12/26

2012/07/17

Fernando Pessoa e Lisboa e o desassossego de ser Português...




«Porque eu sou do tamanho do que vejo
   E não do tamanho da minha altura…»
                                                               Alberto Caeiro


E constatarmos nós que há "tipos" que só pensam e só agem com números e siglas monetárias como mote inspirador da sua vida!...

2012/06/21

PORTUGAL...


19h40
Vou ali 
ajudar a marcar um golo
e já volto...
-
20h45
Meu povo! 
Já começou a contagem decrescente para o fim da crise em Portugal! ... 

Somos melhores que os checos na Bola, é um sinal ! ...
Este ópio é de boa qualidade! A história prova-o à saciedade! ...
Se ainda não sabia, aqui fica o resultado de 1/4 da final do Euro2012 em futebol:
Portugal - 1 Rep. Checa - 0

2011/07/08

Aqui é PORTUGAL! Não somos lixo!...

PORTUGAL NÃO É LIXO. 
Podemos ser uns tesos mas não podemos tolerar que nos tratem como lixo!

Leiria - Portugal
Nós não somos lixo!
Lixo são os tipos da Moody ´s e outros quejandos! 

O dinheiro não pode ser tudo! Mesmo os detentores do capital são dependentes da Ordem civilizacional, não é no Caos que vão rentabilizar o seu dinheiro! 

Somos uma Nação milenar, não merecemos ser tratados desta maneira, como lixo?!
Não nos venham com as lérias do costume! Que os mercados financeiros externos é que mandam, que só temos que ouvir e calar.
Já é tempo de a Europa em peso se unir contra estes fantoches das agências de notação internacional!
Afinal estamos integrados numa União para quê? Não é a União que faz a força?

Porque é que estamos na dependência destas agências ao serviço dos Estados Unidos da América do Norte? Porque é que se estão a virar encarniçadamente contra nós? Porque somos um dos elos fracos da Zona Euro?

A Europa não pode tolerar mais esta arrogância dos Americanos! E andamos nós a fazer o jogo dos USA nas suas guerras pelo mundo, a ajudá-los a defender o Dólar!

Será que a nossa sina vai ser termos que entrar como peões neste jogo sujo e surdo do Dólar contra o Euro?

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2011/06/20

Olhares... sobre o horizonte!...


(clic para ampliar)

Portugal,
vale a pena
lutar


Temos
de estar
preparados
para tudo


Cada um de nós
deve fazer o seu melhor
Incansavelmente


Responsavelmente...


@as-nunes
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2010/11/04

Somos um Povo que quer VIVER!...



Aqui é Portugal, Leiria.
E em Portugal vive um povo
que tem direito
a uma vida digna.
Um povo com muitos séculos.
Um povo com história, muita!


Vale a pena lutar
para que estas imagens
que nos alegram o olhar
continuem a ser nossas.
Não podemos defraudar
os nossos avós.
Foram eles que nos deixaram
este legado, de vida, de liberdade.
Que lutaram até à exaustão,
até à morte
para que estes olhares
fossem nossos.


Temos que ganhar coragem
para enfrentar esta crise
medonha, peçonhenta,
que num repente nos entrou
alma dentro, qual ferrete em brasa
como se estivéssemos a sair
duma anestesia total
a que temos estado sujeitos
ao longo de anos e anos
sem conta, sem medida.


Quem nos andou a enganar?
Sócrates?! E os outros Governos?!
Foram todos os Deputados
Ministros das Finanças
Presidentes da República
que durante todos estes anos
de deixa-andar, o Estado paga
não se assumiram com a coragem
que era necessária
para pôr ordem nas Contas Públicas!


Os senhores da UE também
nós próprios, em roda-livre,
que nos deixámos convencer
que o Futuro seria luminoso
um mar de Euros
para consumir até mais não!


Aí está à vista de todos nós!
Orçamento do Estado finalmente
a reflectir a desgraça em que este País
de nome Portugal está a cair,
a culpa é de todos nós,
também da conjuntura internacional,
da máquina implacável da agiotagem global,
sempre à espreita dos mais débeis,
quais abutres nos seus voos sinistramente circulares,
a lamberem as beiçolas
na antevisão de poderem degolar mais uma vítima
(que representa 10.000.000 de seres humanos).


Nós que somos parte integrante dum sistema monetário
que era suposto ser capaz de afastar os especuladores financeiros
que nos querem sugar
o sangue, suor e lágrimas
com que este País
foi edificado
ao longo de séculos!...


...
Pode ser que AMANHÃ seja OUTRO DIA!...
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2010/02/07

Leiria e as crises cíclicas

Os tempos que correm são de grande perturbação social como consequência da persistente crise económica e financeira em que o Mundo mergulhou desde 2008, particularmente.
No que ao nosso país diz respeito, vivem-se momentos de grande incerteza no Futuro de Portugal. O Partido Socialista, após 4 anos de Governo apoiado numa maioria absoluta, não conseguiu, nas Eleições de 2009, mais que uma maioria relativa no Parlamento.
A Dívida pública e o Deficit Orçamental estão a obrigar a que se tomem medidas cada vez mais drásticas e anti-populares.
Quando se imporia que os políticos unissem esforços no sentido da desejada e imprescindível recuperação da Economia e das Finanças Portuguesas, eis que, diariamente, somos confrontados com informações contraditórias que geram mais e mais confusão e uma grande balbúrdia.
E nós, “O Zé”, repetindo-se a história de todas as épocas, cá vamos continuando a ser o bombo da festa.
___

Dá-se, entretanto, o caso de que, em Leiria, teve lugar no passado dia 30, sob os auspícios da ODA, Associação defensora do Centro Histórico de Leiria e da Junta de Freguesia desta cidade, um debate seguido da abertura duma exposição sob o tema “comércio tradicional no centro histórico de Leiria – início do séc. XX ao início do séc. XXI”. Esta exposição foi apresentada por Fernando Rodrigues, coleccionador Leiriense essencialmente dedicado às questões relacionadas com as actividades económicas de Leiria.
Foi assim que tive acesso à carta abaixo reproduzida (1) .

Nesta sequência, procedi a uma investigação tendo em vista relacionar o tom melodramático deste texto de 1924 com a situação política, económica e social que se viveria nessa época em Portugal. Estávamos em plena agonia da I República e o debate que a desgastou até ao extremo, foi - pasme-se – entre os defensores do regime de monopólio (2) ou de livre iniciativa no que respeita ao exercício da indústria tabaqueira. Já nessa altura, as forças políticas propagandeavam como bandeiras de actuação: reforma fiscal, programa de fomento, autonomia administrativa e financeira das Ilhas Atlânticas, equilíbrio de classes, desenvolvimento da província (3).

Consultando o livro “100 Anos – 1902-2002” editado pela “ACILIS – Associação Comercial e Industrial de Leiria, Batalha e Porto de Mós” pode ler-se uma justificação para o conteúdo e estilo da carta a que se está a referir:
Em Novembro de 1923, encontrámos um veemente protesto dos comerciantes. A Voz do Povo refere que já há algum tempo se notava que companhias industriais, sobretudo de 
Lisboa, adoptavam oprocesso irritante e vexatório de exigirem o pagamento dos produtos das suas fábricas no momento que o comércio da província” fazia as suas requisições. Como tal, a mercadoria era entregue um ou dois meses depois de paga.
A notícia dizia que “aqueles senhores nababos para quem o comércio da província é apenas um farrapo” tinham por isso, sempre milhares de contos e podiam ter lucros fantásticos, empregando-os.”

.(clic na imagem para ampliar)
(1) Com autorização do dono do documento original
(2) Tema insistentemente abordado no decorrer do IV Congresso Nacionalista de Março de 1926.
(3) Província entendida como as regiões geograficamente afastadas de Lisboa.

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2010/01/30

2009/06/10

Festa dos Portugueses onde quer que vivam




CAMÕES E A TENÇA

Irás ao Paço. Irás pedir que a tença
Seja paga na data combinada
Este país te mata lentamente
País que tu chamaste e não responde
País que tu nomeias e não nasce
.
Em tua perdição se conjuraram
Calúnias desamor inveja ardente
e sempre os inimigos sobejaram
A quem ousou seu ser inteiramente
.
E aqueles que invocaste não te viram
Porque estavam curvados e dobrados
Pela paciência cuja mão de cinza
Tinha apagado os olhos no seu rosto
.
Irás ao Paço irás pacientemente
Pois não te pedem canto mas paciência
.
Este país te mata lentamente

.
(Sophia de Mello Breyner Andresen)
(Porto, 1919-2004)
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