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2017/04/03

Carlos Lopes Pires apresentou o seu último livro de poemas "a minha poesia é uma ignorância"

No sábado, 1 de abril de 2017, foi apresentado mais um livro de poemas de Carlos Lopes Pires.
O seu título "a minha poesia é uma ignorância", ed. Textiverso e a sessão decorreu no Auditório da Casa Museu João Soares, nas Cortes - Leiria.
Pode ler-se, no FB de Carlos Fernandes, o Editor:
«“a minha poesia é uma ignorância”, escreve Carlos Lopes Pires.
A Casa-Museu João Soares, nas Cortes (Leiria), vai acolher, no próximo dia 1 de Abril, às 16h00, o lançamento do livro “a minha poesia é uma ignorância”, de Carlos Lopes Pires, com produção da editora Textiverso, de Leiria.
A apresentação deste livro de poesia será feita por Luís Vieira da Mota (escritor) e Pedro Jordão (compositor e músico). Durante a sessão serão lidos alguns poemas, terminando com uma sessão de autógrafos.

Nota: No final da apresentação, terá lugar o primeiro e penúltimo Congresso Mundial de Aquilo Que Vocês Sabem (AQVS), que será precedido pela bênção dos presentes. Terá como únicos intervenientes os quatro Santos que compõem a Santa Cúria deste movimento, que irão falar sobre as origens, características, objectivos e acções passadas, presentes e futuras de AQVS. Irão igualmente dançar ao estilo AQVS, utilizando vestes que caracterizam estes Santos Monges.»
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Dado o momento emocionalmente muito forte, a parte final ficou adiada, tendo havido, ao jantar, no Restaurante Canário, uma pequena sessão pré-congresso, da qual vai ser lavrada a respetiva ata. 
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A poesia de Carlos Lopes Pires é, sem dúvida, apresentada segundo um estilo muito pessoal e revelador de um espírito humanista e muito sensível a tudo o que a vida nos pode mostrar ou sugerir em todas as suas dimensões.

Uma possível reportagem fotográfica:


 O Editor Carlos Fernandes, o Autor Carlos Lopes Pires, os apresentadores Pedro Jordão e Luís Vieira da Mota.
 Celeste Alves a dizer alguns poemas





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Prezado Carlos Pires. É uma honra ser teu amigo.

2015/10/25

LUIS PASTOR - Óbidos - Portugal 24out15

           
La Mariposa de Noviembre
Dedicada a Zeca Afonso? e a Saramago?
Até 1m19 fala de Zeca Afonso, Saramago e da desejada mudança do sistema político em Espanha.
Que o PP não gosta dele e faz a apologia da Bandeira Republicana para Espanha.
A canção "La Mariposa de Noviembre"  começa aos 1m20s.



Um grande poema Manifesto Libertário de sua autoria.



Na rua Direita em Óbidos.


 Fiquei encantado por "haber encontrado" LUIS PASTOR. O encantamento com que disse e cantou SARAMAGO"! O seu jovem e entusiástico espírito de revolicionário/Libertário, poeta e cantor!|  Uma voz estupenda, Trouxe dois dos seus discos, um dos quais com poemas de Saramago.

Extraordinário sábado em Óbidos

FOLIO - FESTIVAL LITERÁRIO INTERNACIONAL DE ÓBIDOS

Gastronomia, Literatura, Música, Teatro... 

um sábado em cheio.


Parabéns Óbidos! (vimos por lá Mia Couto, o "Governo Sombra", Maria Rueff num extraordinário monólogo de 1h10m a partir de uma obra de António Lobos Antunes, Mário Laginha Trio e Cristina Branco a cantar Chico Buarque, Luis Pastor a apresentar o seu livro em português/espanhol/CD "Nesta esquina do tempo"; também disse e cantou poemas de Saramago e um extraordinário manifesto Libertário.......)

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Fomos a Óbidos, este sábado, 24 out 2015. Eu, a Zaida e a Maria.
Fizemos a viagem pela manhã e chegámos cerca das 11 horas. Passeámos pela rua Direita, cheia de movimento e fomos almoçar ao restaurante "Pretensioso" perto da igreja de Santa Maria. Uma cozinha excelente: comemos bife de novilho e arroz de pato. Bebemos duas garrafinhas de vinho e uma sobremesa muito saborosa. Tudo com uma apresentação e qualidade que se pode classificar excelente. Ficámos amigos dos donos do restaurante. Compraram a casa onde está o restaurante depois de terem trabalhado 20 e tal anos no Bar do Lagar. 
Acabámos a tirar uma fotografia com a D. Adélia Belo, a cozinheira chefe. E que chefe!





(Aproveitar enquanto é tempo...)
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2015/06/26

Herberto Helder: um ensaio em fragmentos sobre a sua vida e obra

Fragmento duma foto da "Revista do Expresso" de Março de 2015
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Para amanhã, está acordado que se vai falar de Herberto Helder.

Sabe-se como Herberto Helder é um poeta difícil. Pela sua personalidade e pela sua obra.
De modo que me lembrei de deixar aqui algumas notas, soltas e dispersas, só para minha reflexão e aprendizagem. Ao mesmo tempo fica a partilha com os leitores que por aqui aportarem.

Os meios de consulta bio-bibliográfica que tenho à mão são:
- A Revista do Expresso - nº 2213 -  28/Março/2015
Herberto Helder 1930-2015;
- Um vídeo no Youtube https://www.youtube.com/watch?t=2237&v=-p0CnJ-FW_E;
- Ofício Cantante (poesia completa) - ed. Assírio & Alvim, 2009;
- O Bebedor Nocturno - poemas mudados para português, ed. Assírio & Alvim, 2ª ed. 2013.
- Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa - M.Alberta Menéres e E.M. de Melo e Cstro, Ed. Livraria Moares Editora, 1971; 
- Iniciação na Literatura Portuguesa - António José Saraiva - Ed. Público/Gradiva 1996.

É notóreo que Herberto Helder era avesso a entrevistas, chegando mesmo a pedir aos seus amigos que não respondessem a perguntas que lhes fossem endereçadas para efeitos de reportagens.
De qualquer modo, no vídeo acima referido, consegue-se um trabalho elucidativo sobre a vida e obra de Herberto. Vi esse vídeo várias vezes e fiquei bastante esclarecido sobre as inúmeras interrogações que tinha sobre quem foi Herberto Helder.
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Um dos seus primeiros poemas, escrito na parede da república ("Real República ´Palácio da Loucura´")  onde viveu em Coimbra, por volta dos 20 anos: 

História 

O senhor do monóculo
usava uma boca desdenhosa
e na botoeira, a insolência
duma rosa.

Era o poeta.

Quando passava
– figura sutil e correcta,
toda a gente dizia
que era o poeta.

– Era, portanto, o poeta...

Mas um dia
o senhor do monóculo
quebrou o monóculo,
guardou a boca desdenhosa
e esqueceu na mesa de cabeceira
a flor que punha na botoeira,
a insolente rosa...

Entrou na taberna e bebeu,
cingiu o corpo das prostitutas,
jogou aos dados e perdeu,
deu a mãos aos operários,
beijou todos os calvários
– e aprendeu.

E o mundo
que o chamava poeta,
esqueceu;
e quando o via passar
limitava-se a exclamar:
– O vagabundo!

Mas o senhor do antigo monóculo,
da antiga figura subtil e correcta,
sentia vozes dentro de si,
vozes de júbilo que diziam:

– É o Poeta! É o Poeta!... 

Herberto Helder

a última estrofe do poema acima, tal como se encontra na parede da "república".

(continua?)...

2015/06/21

Grécia, também já fomos Grécia...





(...) "Tal como,um dia, prometi à «pátria de joelhos», assim agora o asseguro a esta nova pátria que é para mim Creta, mátria da Grécia e da «Europa toda», de que Portugal é o rosto com que fica «o Ocidente, futuro do passado»."

José Augusto Seabra in "A Luz de Creta", 2000. (No ano da sua morte, 2004, fomos nós a Creta, O seu "Diário Poético" é um arco-íris de cores e de tempo. Não é admissível que os portugueses não se revejam nos gregos! ... E também nos estamos a ver gregos com a nossa situação!)

2014/09/30

HUGO SANTOS: No passado sábado, na Biblioteca Municipal de Alcanena fiquei a conhecer mais um escritor, Poeta, romancista e contista.

 Hugo Santos,  Dra. Fernanda Asseiceira (Presidente da CM Alcanena) e Dr. Carlos Nuno Nunes Ferreira
Hugo Santos (*)

Procuro às vezes a palavra dum poeta
para re-haver emoções que se perderam
entre as esquivas areias do tempo.
Acabo por sentir-me um intruso na casa do poeta,
nem aqui está a libélula doce que, voando em redor da palavra,
encontra a luz e a justifica.

É dum alheio território que falo, desconhecido e irreparável,
que fica sempre longe dos rios que por mim passaram.
Estas, repito-o, não são as minhas águas.
Esta margem não é, seguramente, aquela sobre a qual me debrucei,
nem estes os círculos da pedra atravessando o coração da água.

in
A Luz das pequenas coisas
Ed. Vega, 2011
p. 21
-
(*)
Hugo Santos

Hugo Santos nasceu em Campo Maior e toda a sua obra nos fala da vasta e silenciosa beleza do Alentejo raiano. Poeta, romancista e contista, tem mais de quarenta livros publicados e foi distinguido com múltiplos prémios literários dos quais são de destacar, na poesia, Corpo Atlântico, Prémio Antero de Quental, Decálogos do Bom Amor, Prémio Cesário Verde, e na prosa, os romances A Mulher de Neruda e As Mulheres que Amaram Juan Tenório que lhe valeram, respectivamente, o Grande Prémio de Albufeira e o Prémio Miguel Torga. O muito contacto que teve com crianças (exerceu as funções de professor até há bem pouco tempo) e a imensa ternura que sempre lhes devotou, levou-o também a escrever um belíssimo livro para elas, já incluído no Plano Nacional de Leitura, intitulado Eu, a Casa, os Bichos e Outras Coisas (Vega, 2008).

2014/08/28

Eduardo White - Poeta moçambicano morreu aos 50 anos




Morreu no passado dia 24 de Agosto, de madrugada, no Hospital Central de Maputo, o poeta moçambicano Eduardo White, um dos nomes mais significativos da actual literatura moçambicana e autor de uma extensa bibliografia, inaugurada há 30 anos com Amar sobre o Índico (1984). Tinha 50 anos.

A morte de Eduardo White ocorreu às 3h da manhã, segundo uma mensagem colocada por familiares na página de Facebook do escritor, que algumas horas depois já tinha mais de centena e meia de mensagens lamentando o desaparecimento do autor de Poemas da Ciência de Voar e da Engenharia de Ser Ave (1992), Janela para Oriente (1999) ou O Manual das Mãos (2004).

Eduardo Luís de Menezes Costley-White nasceu a 21 de Novembro de 1963 em Quelimane, de mãe portuguesa e pai inglês. É um dos poetas ligados à fundação da revista bimestral Charrua, da Associação de Escritores Moçambicanos (AEMO), que em meados dos anos 80 contribuiu para renovar a literatura do país.

Em 2001, foi considerado a figura literária do ano em Moçambique, e três anos depois recebeu o Prémio José Craveirinha, atribuído ao seu livro O Manual das Mãos. Em 1992, já recebera o Prémio Nacional de Poesia por Poemas da Ciência de Voar e da Engenharia de Ser Ave. Ainda no ano passado, recebeu o Prémio Literário Glória de Sant'Anna com o livro O Poeta Diarista e os Ascetas Desiluminados.

Além de poesia, publicou também novelas e outros textos em prosa. Entre os seus livros mais recentes incluem-se O Homem a Sombra e a Flor e Algumas Cartas do Interior (2004), Até Amanhã Coração (2007), Dos Limões Amarelos do Falo às Laranjas Vermelhas da Vulva (2009), Nudos (2011), antologia da sua obra poética, O Libreto da Miséria (2012), A Mecânica Lunar e A Escrita Desassossegada (2012), O Poeta Diarista e os Ascetas Desiluminados (2012), e Bom Dia, Dia (2014), recentemente lançado pela chancela portuguesa Edições Esgotadas.

A AEMO já divulgou um comunicado a lamentar a "morte prematura de um dos maiores talentos da literatura moçambicana".

(texto publicado pelo Público na internet)
-
in
«Dos Limões Amarelos do Falo às Laranjas Vermelhas da Vulva»


Não faz mal.

Voar é uma dádiva da poesia.
Um verso arde na brancura aérea do papel,
toma balanço,
não resiste.

Solta-se-lhe
o animal alado.
Voa sobre as casas,
sobre as ruas,
sobre os homens que passam,
procura um pássaro
para acasalar.

Sílaba a sílaba
o verso voa.

E se o procurarmos? Que não se desespere, pois nunca o iremos encontrar. Algum sentimento o terá deixado pousar, partido com ele. Estará o verso connosco? Provavelmente apenas a parte que nos coube. Aquietemo-nos. Amainemo-nos esse desejo de o prendermos.

Não é justo um pássaro
onde ele não pode voar.

(p. 22)

(pode-se consultar mais aqui)

2014/06/27

O papel das Bibliotecas Públicas na minha vida de estudante, ali pelos anos 1963/1966

Elegia dum funcionário da Biblioteca Municipal do Porto, talvez o senhor Sá, que tantas horas, durante três anos, de 1963 a 1966, compartilhou a enorme Sala de Leitura da Biblioteca, comigo ... eu, estudante, sem dinheiro para livros (pelo menos o de Economia Política, que esse bem me lembro de o ter passado à mão, quase todo...).


"(...)
eu quando estiver para ir
senhor sá levo bagaço do bom
vá combinando com fernando
pessoa um encontro nos 
claustros da biblioteca daí
a terra prometida e dada
inapelavelmente ao corpo
senhor sá a vida é assim
diga-me como são os livros
depois de apodrecermos"
-
José Viale Moutinho
(faço meus estes versos, amigo José Moutinho)




Tinha eu acabado de receber, via CTT, dum alfarrabista, o livro "Ao Porto - Colectânea de Poesia sobre o Porto", Dom Quixote. 2001. 
Também dedico este "post" à memória (às tantas ainda é viva?!) da minha profª Dra. Silvana Braga (autora do livro/sebenta da esquerda, na foto). Lembra-se Dra. Silvana? de quando foi chamada ao gabinete do Diretor do ICP por causa da minha prova de exame final, 2ª época? Disciplina nuclear, chumbava o ano todo; e eu até era aluno de alguns 17 e até 18 (naquela época!). Lembra-se que não se conformava com a ideia de eu poder repetir a prova depois daquele incidente surreal?! ... E de como eu lhe provei que sabia a matéria toda??? de fio a pavio???? ...

2014/05/01

Com o tempo... emociona-me o Tempo ... as flores ... a vasta silhueta das montanhas aqui em frente ...




Emocionam-me as árvores
o lume das amoras
adocicando os caminhos
as cigarras sem fadiga
iluminando o pó

Emocionam-me as árvores
a vasta silhueta das montanhas 
a mancha seca dos ribeiros
a frescura breve da voz dos melros
entre a ramagem amena dos amieiros

Emocionam-me as árvores
as velhas pedras onde o poema
é música de seda ...

Luís Filipe Maçarico
cantoneiro da CMLisboa
ed. autor, 1993

2014/02/25

Jesús Lizano: pela anarquia poética!




“Olá, companheiros! Digo companheiros porque sou comunista. Mas, que é o comunismo? Perguntam-se alguns. Pois o comunismo é o máximo ideal humano. E em quê consiste esse máximo ideal? Perguntam-se outros. Muito simples. Consiste em ver-nos todos únicos e companheiros. Todos, todos os seres humanos. Por isso somos uma mesma espécie e compartilhamos problemas comuns. Portanto, há que descartar os comunismos que não nos veem a todos como companheiros: O comunismo religioso, que nos divide em bons e maus, ou o comunismo político, que já demonstrou, depois de alcançar o poder, que nos divide em amigos e inimigos. Eu sou comunista poético e vejo-vos a todos únicos e companheiros.”

Jesús Lizano
(trad. de Salvador García Lax que já tem no prelo a sua obra "Lizania em Lusitania - Antologia Poética")
-
Conheci há uns meses atrás, o Salvador Garcia Lax, de Murcia, Espanha. 
Tenho tido o privilégio de conviver com ele em tertúlias literárias/poéticas, nomeadamente nos "Serões Literários das Cortes", "Clube Recreativo de Soutocico", "Grupo de Poesia e Cultura da Biblioteca Municipal de Alcanena".

Está presente no Facebook e na blogosfera.
É filósofo de formação académica e professor.

É um apaixonado da obra poética e filosófica de Jesús Lizano. 

Estou a ler com todo o entusiasmo a antologia de Jesús Lizano. Obrigado por me teres dado a oportunidade de dar o meu modesto contributo para que a sua edição em português fosse avante!

Abraço...

2014/01/28

Albano Martins - as acácias floridas

Vento Noroeste forte, dizem os meteorologistas... aqui nota-se.

O poeta escreve
A natureza descreve...


Eis que as acácias aí estão, novamente, em todo o seu fulgor.


Chegar pé ante pé: não despertar
as acácias floridas.

Albano Martins
PROPOSIÇÕES IMPERATIVAS

@as-nunes

2014/01/04

Tachistas, Oportunistas e outros istas ...


Tachistas, Oportunistas
E outros istas


Subservientes, rasteiros.
de gesto fácil p´ra vénia…
Atentos como rafeiros,
nojentos como a ténia.

Pululam por todo o lado.
Partem, repartem o bolo,
comendo o melhor bocado,
passando o sábio por tolo.

Não têm credo, política,
do que a vontade somítica
de D. Pedro ou D. Lacerda…

Um só lema, um facho :
a conservação do tacho !
Uf ! Que nojo.  Que merda.

Silva Resende
Povo Meu Poema, 1977
-

Comprei este livro, há dias, num alfarrabista.
A foto acima retirei-a do mensário "Correio da Barreira", nº 16,  de Janeiro de 2003.
Era seu Diretor e Fundador, o Barreirense (Casal da Mourã), Adélio Amaro. Colaborei neste periódico com alguns artigos, designadamente, na coluna "Digo Eu".

2013/12/05

Arménio Vasconcelos no lançamento do seu livro "Contos e réis reais d´amores"


 Adélio Amaro, editor da Folheto - Leiria, a apresentar a mesa e moderar a sessão...
 Zaida Paiva Nunes a dizer poemas de Arménio Dos Santos Vasconcelos . Pode ver-se na mesa: Adélio Amaro (editor da Folheto) Cynthia Roberts (Brasileira, procuradora, escritora, pintora, etc.), Arménio Vasconcelos, Celeste Alves (foi quem apresentou magistralmente o livro), Prates Miguel (advogado e escritor de relevo)...
Prates Miguel a ler-nos, no seu estilo peculiar, o Prefácio do livro de Arménio Vasconcelos.
Uma delícia de escrita e sentimento; pode ler-se na íntegra no fac-símile apresentado abaixo. (*)

 Um aspeto da assistência.
 A Dra. Celeste Alves a fazer a apresentação do livro deArménio Dos Santos Vasconcelos. Na mesa, da esquerda para a direita: Adélio Amaro, Cynthia Roberts, Arméniio Vasconcelos, Celeste Alves e Prates Miguel; uma equipa de luxo!
 A Dra. Cynthia Roberts a mostrar um quadro que ofereceu ao autor do livro e seu velho e grande amigo, vinda do Brasil...

 Arménio Vasconcelos no uso da palavra, emocionadamente, poeticamente...

 Para além da forma excecional como a Dra. Celeste Alves apresentou o autor, o seu livro e a sua obra, nunca é demais recordar o sítio na internet onde se pode encontrar uma biografia mais pormenorizada de Arménio Vasconceloshttp://armenio-vasconcelos.blogspot.com/


Nas dedicatórias no livro, a Zaida Nunes e a Marta Moita.
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(*)
Fac-símile do Prefácio do Dr. Prates Miguel:


@as-nunes