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2013/07/04

2013/02/15

Na rua da Ilha uma sextilha em imagens primaveris ...

 Na freguesia dos Pousos - Leiria, a Primavera a mostrar-se antes do calendário...


Um mosaico de malmequeres, 
erva mijona,  outras flores ... 
tudo muito viçoso, 
miríades de cores! ...  


2012/10/01

Outono refulgente neste país descontente ...


Na «Quinta das Lágrimas», em Coimbra, um dia destes ...

OUTONO

Largo silêncio amadurece o Outono.
O coração das folhas em letargo.
De alcantilado bosque cai no sono
O parque. Modorra a luz do lago.
E a natureza ali rendida à calma
Escuta, toda ouvidos num nenúfar,
Rumores da Eternidade que a sua alma
Antiga toca numa cana-de-açúcar.

Natália Correia

-
Creio que poderá ser útil ler-se, nos tempos que correm, "não percas a rosa - diário e algo mais (25 de Abril de 1974 - 20 de Dezembro de 1975)".
Como Natália questiona as manobras dúbias do MFA, Otelo, PCP (assembleias populares de braço no ar, comités variados, SUV, saneamentos selvagens, ocupação da terra)  e nos remete para o "O Encoberto" da "Mensagem" ! 

Já muitos de nós nos interrogamos se será inevitável o aparecimento de um salvador que leve ao ressurgimento da nação. 
Até me assusto ao dar comigo a tentar seguir este prenúncio de Fernando Pessoa no seu "Encoberto"!

É que estamos a ficar sem alternativas! ... 
(os partidos ditos de esquerda/esquerda não se conseguem libertar do estigma de totalitários, que granjearam no decorrer do chamado PREC e é pena que a sua prática histórica os não favoreça de modo a poderem constituir-se em alternativa, tão fartos andamos do bloco PS, PSD, cds/PP).

Eu andei na rua a lutar por um país livre, próspero e democrático.  
Tanta luta contra extremismos! ...
Tanta ilusão, utopias até!
Valeu a pena?  
Quero acreditar que sim! ...
Mas a alma de quem nos tem governado não tem sido grande!

Como foi possível a Constituição saída do 25 de Abril de 1974 ter permitido que, sob a sua capa protetora, se tivessem cometido crimes infames de lesa pátria, que nos enlamearam ao ponto a que chegámos?! ... 

@as-nunes

2012/05/19

Uma «caneleira» que não dá canela ...



http://diariodumjardim.blogspot.pt/2008/05/caneleira.html
Neste endereço poder-se-á perceber melhor essa singela estória duma caneleira, que não dá canela, nem tão pouco é uma caneleira...

Caneleira que não dá canela nem tem essa designação científica...

Mas que dá uma flor lindíssima, lá isso dá!
E ainda agora a procissão vai no adro!
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Afinal choveu mesmo, esta noite, e a potes! Mas nem dei por ela! Dormi a sono solto, será porque não tenho nada que me pese na consciência? 
É meio-dia e a Natureza está a dar um espetáculo ao ar livre, divinal!...
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(continuará...assim o tempo me dê uma mãozinha!)
@as-nunes 

2012/04/20

Pilriteiro em flor...mais uma alvorada da Natureza


É só para vos lembrar 
que eu existo
todos os anos
por esta altura
cá estou
algures por aí
na borda de um caminho
a branquear o tempo
a pavonear estes brincos
alvos brilhantes 
alvoradas da Primavera
desta vez encontraram-me 
na estrada     junto
à casa episcopal
em Leiria, ao seminário.

Sou o pilriteiro!
Não se lembram?!...

@as-nunes

2007/06/18

Crista de Galo - Árvores de Leiria


Esta árvore há-de constituir uma evocação duma outra do mesmo género que aqui viveu nos tempos em que esta zona era ocupada pelo paço do Bispo de Leiria, edifício e jardim. A zona do jardim estava protegida dos olhares do vulgo por um muro de cerca de 3 metros de altura. Sou testemunha de que havia, intra-muros, um belíssimo jardim, por uma razão muito simples. No decorrer das campanhas de propaganda político/eleitoral, no período pós 25 de Abril, cheguei a empoleirar-me algumas vezes nesse muro (tinha eu 20 e poucos anos), com a ajuda de escadas, quantas vezes feitas com as mãos de outro "camarada", para ajudar a prender numa árvore desse jardim, uma das pontas da faixa em pano, que era esticada sobre a Avenida (continuação da actual Av. Mouzinho de Albuquerque) e actual zona empedrada/pedonal/trânsito automóvel/jardim/estátua Papa Paulo VI/ex-ainda Largo 5 de Outubro de 1910). A outra ponta prendia-se num choupo, uma das várias árvores que ali havia e que foram derrubadas por via da requalificação(?!) da área. Na minha opinião, não havia necessidade de se terem derrubado aquelas árvores. Porque é que as árvores é que são sacrificadas quando se desenha uma requalificação urbanística?!
Para quem tiver dificuldade em localizar esta árvore (ainda arbusto) basta lembrar-se duma referência, Zara, que é quase obrigatória para quem circular nas imediações do Jardim Luís de Camões, em Leiria.
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nota: aqui temos um exemplo de como seria possível promover a identificação das árvores, pelo menos as mais significativas e simbólicas, que co-habitam connosco em Leiria.
Posted by Picasa