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2014/04/16

Flora primaveril Sra. do Monte - Leiria - 15 de Abril de 2014

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Ontem à tarde, uma tarde de Primavera, meados de Abril, subi à Sra. do Monte.


Fui visitá-la com a intenção de observar o estado da sua flora. Como estaria o jardim, dissimulado na vegetação rasteira, com flores, algumas pouco vistas, a maior parte a tentarem passar despercebidas dos viajantes, alguns que param para observar o horizonte, lá do alto, num diâmetro de quase 360 graus. 

E as flores? as pessoas esquecem-se de as admirar... Pequeninas, escondidas no meio da vegetação rasteira. Mas dignas de serem admiradas! Tirei imensas fotografias macro (mais ou menos, que não tenho máquina para fazer esse tipo de fotografias como eu gostaria e as flores merecem... 



Lá mais para o Verão, quase outono, descobri há uns anos atrás uma flor muito especial, que tenho publicada neste blogue. 


Ei-la de novo:


Merendera montana (L.)
(sinónimo: Merendera pyrenaica (Pourret) P. Fouru). (aqui)

2013/05/18

Interlúdio musical... ou olhares da minha rua ...



Fundo musical:    Miles Davis - Blue in Green 

Para ouvir no decorrer das últimas revisões da maquete do livro que tenho em mãos, antes de ir para o prelo ...
@as-nunes

2013/05/13

Nunca é tarde?!...


(na estrada do Barreiro, Pousos, paralela à variante rotunda do hospital/variante para a A1...)

num intervalo do real
antes que o tempo se esvaia
queria mostrar-vos esta flor
tantas cores em sintonia

olhar, olhar uma esteva
toda colorida de  lhaneza
qual esbelta camponesa
sorrindo sem estranheza

tentar dizer da vida
não pode ser esta
cheia de contas
cheia de números
vazia de nada
cheia de incertezas

quero viver
quero sonhar
não quero contar...

nunca é tarde
dir-me-ão
está-se a fazer tarde
digo eu!...

@as-nunes

2012/07/09

Em contraciclo


sentir a presença de Deus
olhar o milagre permanente
da vida, do belo, 
um momento que não mente...


ao contrário
os mentirosos
vendidos
traidores
dos anseios
do povo 


que se sente
acossado
desiludido
ultrajado
humilhado
ofendido...


nada é eterno
nada é imutável
muito menos o governo
todo ele contestável detestável


ps.: 
ed. revista (os 2 últimos versos)
-
O título deste registo foi corrigido para a versão do Novo Acordo Ortográfico. Penso eu que estou a interpretar devidamente as regras em vigor.
@as-nunes 

2012/07/08

Aniversário do Bruno

 Atualizada só tinha esta foto, do dia do casamento da Cláudia. Acho que já estavas assim a modos que sob a influência do Baco, só um bocadinho...Deixa lá que eu não devia estar melhor!...
Olha! O teu avô Daniel, lá ao fundo, 88 anos...
O dia está calmo, Bruno, e bonito, claro, com uma brisa suave, temperatura amena... a vida é bela...

O Bruno faz hoje anos. É fácil fazer as contas de há quantos anos ele nasceu. Era eu um jovem, de repente, lançado na onda revolucionária dos ideais de Abril de 1974.

Nasceste nesse ano, passados poucos meses antes tinha nascido também uma nova etapa da vida do povo português.
Tenho de reconhecer que, tempos houve em que não te terei prestado tanta atenção como a que merecias, sabendo, de qualquer modo, que a tua mãe era insuperável nos cuidados com que te criava, a ti e à tua irmã Inês. Envolvi-me em demasia na militância política, todo convencido que a minha ação era imprescindível para levarmos avante os ideais que professávamos no Partido Socialista , para criarmos uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais solidária.

Ilusão pura, que acabou em completa desilusão!...

Mas tu, Bruno, és uma realidade, és uma das razões da minha vida, sabes que podes contar comigo para o que der e vier.

Salvé, Bruno, pelos teus (2012-1974=38), isso, 38 anos!

Um grande abraço, forte, e beijos do teu "velhote"...
@as-nunes

2012/05/22

Slide show ... em Lourais


Música: Devil Woman - Hugo Montenegro
Boa tarde, está um dia fabuloso, visto daqui, sentado à secretária, através da janela, na direção de nascente, a meio da tarde, o vale do Lis e a Sra. do Monte a acenarem-me...

Ainda tenho que penar mais uns dias, como um pássaro na gaiola!...
@as-nunes 

2010/09/26

Sob o calor de Outono de Saramago!

(clic para ampliar; vai ver que vale a pena!)

Outono


Não é agora Verão, nem me regressam
Os dias indiferentes do passado.
Já Primavera errada se escondeu
Numa dobra do tempo amarrotado.
É tudo quanto tenho, um fruto só,
Sob o calor de Outono amadurado.

José Saramago
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Há dias, na passada quinta-feira, vinha eu de Fátima, a caminho de Leiria, pela estrada da Sra. do Monte (via Chainça). Fiquei surpreendido com o encanto deste cenário: o cume da Sra. do Monte, aqui perto de Leiria, o solo seco da falta de humidade e da altitude, uma flor a brotar directamente do chão. Este tipo de flor estava a desabrochar numa área de 20 metros quadrados, não mais. Gostava de saber o seu nome(*). Porque é que nasce nesta altura do ano? Brota todos os anos? Ou encontrou condições particulares este ano para nascer directamente das gretas da terra seca na montanha, nesta zona de Portugal?

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Iniciei este post com a ideia de transcrever aqui o poema, também de Saramago, "Premonição". Dá-se o caso de que, ainda ontem, em mais um "Encontros de Poesia e Cultura" na Biblioteca Municipal Dr. Carlos Nunes Ferreira - Alcanena, fui incumbido da difícil missão de dizer esse poema "Premonição". Lá dizê-lo disse-o, mas e que dizer mais que as palavras do próprio Saramago? Fica-se a pensar...a pensar... em como Saramago é, de facto, um talentoso mestre no tratamento da língua portuguesa.


Que usa a palavra duma forma e com uma subtileza, que não é fácil acompanhá-lo sem uma aturada reflexão do que se vai lendo!...
E fiquei também a pensar em como há-de valer a pena estudar Saramago, desde os bancos da Escola, para melhor se aprender a gostar do seu talento como escritor, de língua portuguesa, internacionalmente reconhecido a ponto de lhe ter sido atribuído o Prémio Nobel da Literatura, em 1998...
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(*) Mais tarde, 30/11/2010 descobri o nome desta flor:
Merendera montana (L.)
(sinónimo: Merendera pyrenaica (Pourret) P. Fouru). (aqui)

2007/07/04

Pela estrada plana toc, toc, toc...(*)




Como TOC dirigi-me, hoje, logo pela manhãzinha, estrada fora, Leiria, Curvachia, Chainça, Santa Catarina da Serra - não, não me apeteceu ir pela A1 - até que estacionei num enorme parque junto ao Centro Apostólico Paulo VI - Fátima, em cujo Auditório, teve lugar mais uma acção de formação eventual promovida pela nossa Câmara, a CTOC. Íamos tratar de assuntos técnicos e de estudo de legislação recente abordando temas como:
. Segurança Social:
- Lei de Bases da Segurança Social;
- Protecção Social no Desemprego;
- Reforma por Invalidez e Velhice;
.
Alterações ao Código do Iva:
- Regras especiais de tributação de desperdícios, resíduos e sucatas recicláveis;
- Regimes de renúncia à isenção do IVA nas operações relativas a bens imóveis;
- Serviços de construção civil, incluindo a remodelação, reparação, manutenção, conservação e demolição de bens imóveis, em regime de empreitada e subempreitada.
Estivémos por lá, de volta destes assuntos, todo o santo dia!...
Entretanto, poder-se-á perguntar, mas o que é que as flores da berma daquela estrada têm a ver com um assunto tão sério?
Nem eu sei. Tudo e nada...
Posted by Picasa
(*) Este verso soou-me a familiar, do antigamente. A gente jovem, provavelmente, nem faz qualquer ligação deste título com um poema que, nos anos 50, constava do nosso livro de leituras da 4ª classe (actual 4º ano do Ensino Básico). O Google levou-me a este sítio , onde o podemos ler na íntegra. Como nós gostávamos daqueles textos, os poucos que, muitos de nós, tínhamos ocasião de ler, reler e decorar!...

2007/04/28