Mostrar mensagens com a etiqueta flores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta flores. Mostrar todas as mensagens

2014/04/16

Flora primaveril Sra. do Monte - Leiria - 15 de Abril de 2014

.



Ontem à tarde, uma tarde de Primavera, meados de Abril, subi à Sra. do Monte.


Fui visitá-la com a intenção de observar o estado da sua flora. Como estaria o jardim, dissimulado na vegetação rasteira, com flores, algumas pouco vistas, a maior parte a tentarem passar despercebidas dos viajantes, alguns que param para observar o horizonte, lá do alto, num diâmetro de quase 360 graus. 

E as flores? as pessoas esquecem-se de as admirar... Pequeninas, escondidas no meio da vegetação rasteira. Mas dignas de serem admiradas! Tirei imensas fotografias macro (mais ou menos, que não tenho máquina para fazer esse tipo de fotografias como eu gostaria e as flores merecem... 



Lá mais para o Verão, quase outono, descobri há uns anos atrás uma flor muito especial, que tenho publicada neste blogue. 


Ei-la de novo:


Merendera montana (L.)
(sinónimo: Merendera pyrenaica (Pourret) P. Fouru). (aqui)

2014/04/12

A frente ajardinada do Centro de Saúde Dr. Gorjão Henriques - Leiria (Unidade de Saúde Familiar D. Diniz)

 Uma tília, olaia em flor, choupos ainda despidos de folhagem
A Gazânea (Gazanea rigens) é uma planta perene de origem africana, excelente para bordaduras e que requer poucos cuidados. Resiste bem à seca e às baixas temperaturas, mas sendo regada e estando bem exposta ao sol floresce abundantemente. Há flores de várias formas e cores, como se vê por esta pequena amostra. O aspecto da folhagem também é variado. (copiei integralmente esta descrição do meu amigo Augusto Mota ).
 Fragmento de pormenor duma olaia; princípio do mês de Abril de 2014

Gazânea
                                               Gazânea
                                             Gazânea
 Pormenor da folha e princípio de floração da tília.
Uma tília, vendo-se em fundo o Instituto Politécnico de Leiria.
-
Fotos tiradas no princípio de Abril de 2014 na frente ajardinada do Centro de Saúde Dr. Gorjão Henriques em Leiria 
(Unidade de Saúde Familiar D. Diniz)
- Pode-se  consultar muita e valiosa informação na área da Saúde Familiar, lendo a publicação mensal "JORNAL", edição deste excelente Centro de Saúde Pública. 
*
Ver também no Facebook 

2013/02/22

Árvores em poesia

Indo pela EN 356-2 ... neste mês de Fevereiro ...

POEMA DAS ÁRVORES

As árvores crescem a sós. E a sós florescem.

Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.

Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.

Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes,
e as sementes preparam novas árvores.

E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.
Sós.
De dia e de  noite.
Sempre sós.

Os animais são outra coisa.
Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,
fazem amor e ódio, e vão à vida
como se nada fosse.

As árvores, não.
Solitárias, as árvores,
exauram terra e sol silenciosamente.
Não pensam, não suspiram, não se queixam.

Estendem os braços como se implorassem;
com o vento soltam ais como se suspirassem;
e gemem, mas a queixa não é sua.

Sós, sempre sós.
Nas planícies, nos montes, nas florestas,
a crescer e a florir sem consciência.

Virtude vegetal viver a sós
e entretanto dar flores.

António Gedeão
Obra Completa
Relógio d´Água Editores, 2004

(Amanhã é dia de encontro de poetas
na biblioteca municipal de Alcanena.
Vai-se dizer o que se entender sobre
Rómulo Carvalho)

nota: EN 356-2; estrada que liga Leiria a Fátima, por Reguengo do Fétal
@as-nunes

2007/06/18

Crista de Galo - Árvores de Leiria


Esta árvore há-de constituir uma evocação duma outra do mesmo género que aqui viveu nos tempos em que esta zona era ocupada pelo paço do Bispo de Leiria, edifício e jardim. A zona do jardim estava protegida dos olhares do vulgo por um muro de cerca de 3 metros de altura. Sou testemunha de que havia, intra-muros, um belíssimo jardim, por uma razão muito simples. No decorrer das campanhas de propaganda político/eleitoral, no período pós 25 de Abril, cheguei a empoleirar-me algumas vezes nesse muro (tinha eu 20 e poucos anos), com a ajuda de escadas, quantas vezes feitas com as mãos de outro "camarada", para ajudar a prender numa árvore desse jardim, uma das pontas da faixa em pano, que era esticada sobre a Avenida (continuação da actual Av. Mouzinho de Albuquerque) e actual zona empedrada/pedonal/trânsito automóvel/jardim/estátua Papa Paulo VI/ex-ainda Largo 5 de Outubro de 1910). A outra ponta prendia-se num choupo, uma das várias árvores que ali havia e que foram derrubadas por via da requalificação(?!) da área. Na minha opinião, não havia necessidade de se terem derrubado aquelas árvores. Porque é que as árvores é que são sacrificadas quando se desenha uma requalificação urbanística?!
Para quem tiver dificuldade em localizar esta árvore (ainda arbusto) basta lembrar-se duma referência, Zara, que é quase obrigatória para quem circular nas imediações do Jardim Luís de Camões, em Leiria.
-
nota: aqui temos um exemplo de como seria possível promover a identificação das árvores, pelo menos as mais significativas e simbólicas, que co-habitam connosco em Leiria.
Posted by Picasa