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2017/03/03

Perspetivas dum mês de Março cheio de atividade. A propósito do 98º Aniversário de Eva de Sousa Esteves Paiva.


 Zaida e sua mãe Eva Paiva, no dia do seu 98º Aniversário, no Lar da Adesba - Barreira
 A Edite e a Zaida, primas como se fossem irmãs.

Foto em contraluz. O Álvaro Lucas Pereira, marido da Edite. Primo.
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Texto originalmente publicado no meu FB
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Este mês de Março perspetiva-se como um mês cheio... Pois que assim seja!
1- Ainda em fev(27) a minha sogra, Eva Paiva, entrou nos 98 anos de idade com o aspeto que se pode ver na fotografia abaixo, ao lado da sua filha Zaida;
2- Amigos meus vão apresentar um duplo CD com música e poesia;
São eles: Carlos Pires (Poesia) e Pedro Jordão (composição Musical);
3- Idem na organização e participação numa Ronda Poética em Leiria, coordenação de Paulo Costa;
4- O meu pai irá fazer 93 anos de idade;e a Ana Damaso e a Carolina também aniversariam neste mês;
5- O meu blogue "DISPERSAMENTE..." vai entrar no seu 11º ano de atividade;
6- O AQVS(*) vai de vento em popa...
7- A Tertúlia dos "Serões Literários das Cortes" do próximo dia 11 vai aflorar a questão essencial "Que é uma Coisa?";
8- A convite do meu amigo Arménio Dos Santos Vasconcelos e na qualidade de membros da Academia Aclal Letras Artes Lusófonas , eu e a Zaida, vamos participar nas comemorações do 5º aniversário dos Jornal Sem Fronteiras (Brasil e mundo lusófono), com sessões culturais e de homenagens em Lisboa, Mosteiro da Batalha, Castelo de Leiria, Figueiró dos Vinhos (Museu e Casa Cultural de Almofala), Museu Maria da Fontinha (Além-Rio- Castro Daire), etc
9- O meu amigo Carlos Lopes Pires vai lançar aos sete ventos um seu livro de poesia (mais um, mas sempre com a sua verve a fazer prevalecer o seu humanismo e a sua preocupação estética acima de tudo) que será já no dia 1 de abril. Mas é verdade, segundo afiança o autor e o editor (TextiVerso) corrobora.
... E assim vai o mundo ...

(*) movimento clandestino e ultrassecreto.(bolas! na ortografia antes do AO90 era ultra-secreto). Ironia nossa, do núcleo duro dos Serões Literários das Cortes. 

2017/02/26

A minha tia Alcina foi a sepultar hoje

A minha tia Alcina, irmã do meu pai Daniel, foi a sepultar hoje, 26 de fevereiro de 2017. Esteve em câmara ardente na Capela de S. Salvador, no Casal-Ribafeita-Viseu. Tinha 91 anos feitos há pouco tempo, comemorados com todo o entusiasmo e festa. Deu-se o caso de que fazia anos precisamente no dia do aniversário da locomotiva da CP onde viajou e confraternizou com cobertura televisiva e tudo. Como se pode ver abaixo.
Paz à sua alma, minha tia. O seu irmão, meu pai, pressenti-o bastante comovido ontem e hoje quando estive com ele ao telefone.
Tive, neste funesto ensejo, ocasião de falar, pela primeira vez, com a Teresa Lourenço, a minha prima Teresa (Teresinha como a trata carinhosamente o meu pai), filha da minha tia, Ficou combinado que havemos de nos encontrar mais vezes. Já não é sem tempo, digo eu, que tenho andado muito afastado da minha família, a que ficou pela nossa terra, Viseu, primos principalmente. Vim para Leiria em 1966 e por cá fui criando raízes próprias... Já vai em 4 netos.
Adeus tia...





A minha prima, Teresa Lourenço. No Facebook Teresa Amores.

"A família de uma idosa que celebra este sábado 91 anos escolheu comemorar o dia a bordo da locomotiva a vapor que circula no Douro, que tem a mesma idade. E assim a viagem do comboio histórico entre a Régua e o Tua virou uma festa." - in SicNotícias 27.08.2016 22h12.


Placa identifica da locomotiva da linha do Tua. 


 O meu primo Tozé Lourenço.

Link do vídeo



2017/02/21

Como se fosse o eco de um poema: S.L. e BENFICA em tempos de Félix Bermudes... e de Acácio de Paiva.

Ainda na sequência dos ´posts` anteriores, a propósito de buscas na internet sobre Acácio de Paiva, eis que me deparei com este artigo delicioso sobre o glorioso BENFICA (temos que convir, sejamos ou não adeptos do SLB). Originalmente está publicado no blogue "O Indefectível" no link 
e foi escrito pelo meu primo, por afinidade que seja, Afonso de Melo, bisneto de ACÁCIO de PAIVA, por ser filho da neta Constância Paiva. Convém que se acrescente que veio parar àquele blogue por via de "O Benfica".
Estando seguro que o meu primo não se vai zangar com esta minha liberdade, aqui republico esse artigo histórico e brilhantemente evocador da origem de entusiasmo e de paixão do SLBenfica. Para que conste neste blogue dum viseense/portuense, tão leiriense como os que o são e Benfiquista desde sempre. E que tudo tem feito para que o nome do "Altíssimo Lírico e o Maior Humorista da Poesia Portuguesa", ACÁCIO de PAIVA, se mantenha vivo. Como bem merece.
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Os jogos entre Benfica e Sporting voltaram a estar na moda. Talvez por razões menores que o tempo reduzirá à sua verdadeira dimensão. E se alguém julga que estes são dias conturbados, regressemos aos primórdios para comprar realidades incomparáveis.
antiga Marcolino Bragança

Os jogos entre Benfica e Sporting parecem estar de novo na moda.
Moda por moda, deixemos as modinhas mal ajeitadas dos bate-bocas de mau gosto e vamos dar uma volta a tempos que lá vão. E como vão...
O livro de Júlio Araújo, «Meio-século de Futebol (1888-1938)», é um grande repositório da realidade da primeira  década do Século XX. Também nos socorremos dele para ir tentando ficar com uma ideia clara de génese desta rivalidade que marcou até nos dias de hoje a vida do País. Nada como ir beber água fresca da mais pura das fontes.
Orgulhoso das suas instalações e da sua sede, com lugar num edifício que era propriedade da sua família, ali ao Lumiar, José Holtreman Roquete sonhava agora com um grande team de Futebol. O descontentamento dos jogadores da primeira categoria do Sport Lisboa entreabria-lhe uma porta que não tardou em abrir às escâncaras. De uma assentada, traz para o Sporting oito deles: José da Cruz Viegas, Emílio de Carvalho, Albano dos Santos, António Couto, António Rosa Rodrigues, Cândido Rosa Rodrigues, Daniel Queirós dso Santos e Henrique Costa.
Um autêntico terramoto! Deixem lá estas brincadeiras de Jesus para lá e de Jesus para cá. Isto sim: foi tremendo! Tonitruante!!!
Parecia o fim da linha para o Sport Lisboa, até porque a sangria não ficava por aqui. Manuel Mora, o guarda-redes, partiu para a Argentina (um destes dias trataremos aqui a história interessante desta figura, se tudo se encaminhar para tal); Fortunato Levy para Cabo Verde; outros optaram por seguir a sua carreira no Ginásio Clube Português, no Grupo Sport Benfica, no Cruz Quebrada, no Académico de Lisboa, no Nacional, etc.
Deserção? Dessedência? Traição?
Quem souber que responda. Mas com franqueza!

antiga Marcolino Bragança

A voz de Marcolino Bragança
Ao longo dos anos, este episódio da vida dos dois clubes foi visto por diversos prismas. Um deles, o mais curioso, assumido por Cândido Rosa Rodrigues, declarando que não se poderia falar em dissidência ou de traição até porque não existia rivalidade entre Sport Lisboa e Sporting, e apenas entre Sport Lisboa e Internacional, o velho CIF.
Temeu-se, assim pela vida do Sport Lisboa.
Ah! Como diria Mark Twain: «As notícias sobre essa morte foram manifestamente exageradas».
Terminada a época do Futebol, entrava-se na época dos desportos de Verão. Os protagonistas eram os mesmos. Isto é: jogador de Futebol que se prezasse, chegando o calor, dedicava-se a desportos sem botas, fosse ele a Natação, a Vela, o Ciclismo ou o Automobilismo.
E o sol parece ter auxiliado o olvido e cicatrizado feridas.
Era tempo para que se abrissem no azul claro do céu novos horizontes rubros. Vozes se levantaram; peitos encheram-se de esperanças; o mundo estava aí para os que usavam a gadanha da coragem.
Um belo dia, Marcolino Bragança, um dos melhores jogadores das segundas categorias do clube, ainda jovem estudante do 4.º ano do Liceu, lançou a ideia, tão óbvia que parecia pecado ninguém ter feito eco dela até aí:
- Ouçam lá, e por que é que não passamos o segundo team a primeiro?
Era bem visto, sim senhor. Não houve quem se pusesse. Pelo contrário.
Fez-se o apelo geral. Juntou-se a linha dura dos resistentes: pouco menos de 30 rapazes empenhados em continuar com o clube.
Houve até quem regressasse: gente que tinha ido para o Cruz Qubrada, o Sport Benfica, o Académico de Lisboa...
Os do Sporting não voltaram.
Félix Bermudes e Cosme Damião tomam as rédeas do clube que ressurgia. Todos se dispuseram ao pagamento da quota de dois tostões por mês. Félix Bermudes, escritor bem conhecido pelos seus poemas, peças de teatro e operetas - como foi o caso da famosa «O Timpanas», curiosamente grande amigo e tertuliano do bisavô deste que se assina, Acácio de Paiva -, um dos fundadores da Sociedade Portuguesa de Autores à qual presidiu durante 32 anos, num gesto magnânimo, ofereceu cinco mil réis para um boa nova.
Aqui sim, o Benfica, que ainda não era completamente Benfica, começava a ver medrar as suas raízes populares. Bem ao contrário do Sporting.
O tempo passou.
Houve lutas duras, combates violentos, jogos menos amigáveis do que outros e até uma final da Taça de Portugal em que os adeptos do Sporting fizeram parte da falange encarnada que bateu o FC Porto no Estádio Nacional.
Benfica-Sporting ou Sporting-Benfica: leiam como quiserem - é como se fosse o eco de um poema...
antiga 1907 - segunda equipa Benfica

De cima para baixo. Da esquerda para a direita. Defesa e guarda-redes: Henrique Teixeira, João Persónio e José Neto; Avançados: Félix Bermudes (capitão), Eduardo Corga, Leopoldo Mocho, António Meireles e Carlos França; Médios: Luís Vieira, Cosme Damião e Marcolino Bragança."

Afonso de Melo, in O Benfica


2017/01/21

José da Silva Fabião. Recordando uma vida dedicada à fotografia de e sobre Leiria. No dia da sua morte

(clic para ampliar e ler)

In "Região de Leiria" de 31-12-2008
Estou a republicar todos os registos que fui deixando nos meus vários blogues.
Este está no original publicado aqui  . 
Neste dia em que o Snr. Fabião nos deixou e vai a caminho das estrelas...
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José da Silva Fabião morreu hoje, 21 de Janeiro de 2017.
Esta fotografia foi originalmente publicada no Facebook da sua neta, Sara Fabião, filha do Paulo Fabião.
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Fotografias e digitalizações publicadas por outro leiriense, também grande amante da fotografia, Fernando Rodrigues, no seu Facebook:




José da Silva Fabião e a sua esposa, em frente ao "Turismo" em Leiria. Há 30 anos atrás, talvez...
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José Fabião. Partiu o homem que sonhava todos os dias com fotografia


José Fabião deixa-nos aos 97 anos, depois de fotografar até aos 80. O homem que sonhava todos os dias com fotografia parte, mas a sua marca é indelével em Leiria: ele é, e continuará a ser, "o" fotógrafo da cidade.
Em 2015, na última entrevista ao REGIÃO DE LEIRIA, para o projeto "Encontro de gerações", assumiu:
"Eu fui fotógrafo para sempre. Todos os dias sonho com fotografia. É uma coisa horrível, mas é verdade!”.
Em 2015, José Fabião recebeu o Galardão Afonso Lopes Vieira para o prémio Carreira. Para sempre será recordado como "guardião" de imagens e memórias de Leiria.
Deixa um vasto espólio fotográfico, que documenta décadas da vida da Leiria do século XX, e que está entregue aos cuidados do m|i|mo - Museu da Imagem em Movimento de Leiria.

2016/12/26

Mário Soares em estado de saúde crítica. Uma vida ao serviço da Liberdade e da Democracia.





Mário Soares é, incontestavelmente, o pai da Democracia Parlamentar em Portugal, que hoje vivemos. Os contestatários à sua ação política invocarão as suas razões, mas que se trata duma personalidade ímpar na História de Portugal, disso não tenho qualquer dúvida. Nestes momentos limite, em que a sua vida parece estar por um fio, não podia deixar passar este dia sem que o evocasse como Homem, orador exímio e lutador determinado pela causa da Democracia e duma ideia utópica de Socialismo Democrático. Participei em todas as suas Campanhas Eleitorais, quer como Secretário-Geral do PS quer às Presidenciais. Foram muitos anos de participação militante para defender uma causa em que o Socialismo e a Liberdade pudessem coexistir. Quantas vezes de microfone na mão nas campanhas, pelas terras do Distrito de Leiria! Uma utopia, claro está, repito. Mas uma utopia pela qual não me arrependo de ter lutado até à exaustão, em muitos casos... Os anos passam e a minha perceção do rumo que a vida política acabou por levar em Portugal desmotivou-me a partir dos anos 2000. Os homens que se foram alcandorando aos lugares proeminentes da hierarquia partidária acabaram por, mais uma vez, provar à saciedade, que há que mudar o paradigma da organização política da Nação. A Administração do Estado tem sido mal fiscalizada. 
Mário Soares é fixe. Continuará fixe, porque a História não o vai esquecer e, muito menos, denegrir!...

(Partilha do meu FB )


2016/09/18

Aquilino Ribeiro: Lançamento da reedição de "Cinco Réis de Gente" na sua terra natal



Jorge Coelho, político e empresário reconhecidamente dotado, psíquica e culturalmente.
Foi quem escreveu a "Introdução" ao livro.
No Pátio dos Sanhudos, Carregal, Sernancelhe, distrito de Viseu, local onde terá nascido Aquilino Ribeiro.
Ao seu lado direito, Aquilino Machado, neto de Aquilino, que fez a apresentação do livro.



Fotografias retiradas do ´Facebook`de Rosa Monteiro

Tive muita pena de não poder ter estado presente. Pelo que depreendo das informações e reportagens que têm chegado ao meu conhecimento, valeu a pena. Valeu a pena ter vivido aqueles momentos ímpares, naquela terra mítica, no próprio pátio da casa onde nasceu o, para sempre, Mestre da Literatura Portuguesa e narrador inquestionável do Povo e da vida em Portugal no séc. XX nos seus mais ínfimos pormenores e emoções.
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Mais em Redescobrindo Aquilino Ribeiro no Facebook.
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No lançamento da nova edição do "Cinco Réis de Gente", Carregal/Sernancelhe.

Carlos Silva, Jorge Coelho, Aquilino Machado, José Eduardo Ferreira, Pedro Albuquerque, Eduardo Boavida, Paulo Neto e José Morgado. Pela primeira vez num evento aquiliniano, juntos os 3 autarcas das Terras do Demo (foto de Paulo Pinto).

(Retirado do FB de Aquilino Machado)

2016/09/12

O Pilriteiro enquanto planta das preferências de escritores como Aquilino Ribeiro, Fialho d´Almeida e outros

https://www.facebook.com/orelhavoadora/posts/10202191775032805




PILRITEIRO 
Uma planta que dá as flores mais lindas do Universo e estes pomes que os pássaros adoram.
Aquilino Ribeiro não se cansava de referir o pilriteiro nos seus escritos. No seu "Um escritor confessa -se" escreve palavras de encanto a seu respeito.


O meu amigo Miguel Prates deu-me a pista de um poema do  cancioneiro popular a respeito do pilriteiro:

Pilriteiro que dás pilritos
Por que não dás coisa boa? 
Cada um dá o que tem 
Conforme a sua pessoa. 


(cancioneiro popular)


Veja-se o que deixei publicado no Facebook 
e  tudo o mais que já está neste blogue: http://dispersamente.blogspot.pt/search/label/pilriteiro

2016/09/10

Antologia 1921-26 SEARA NOVA 1971


Hoje, o Facebook lembrou-me o que lá publiquei em 2014:

Os mais velhos lembram-se; o momento mágico de se chegar a casa, pegar no livro acabado de comprar, tomar-lhe o cheiro a recém impresso, e cortar as folhas que vinham juntas em cadernos, como que em conjuntos de folhas A4 dobradas, simplesmente... Hoje mesmo acabadinhos de chegar dum alfarrabista...
Quanto ao cheirinho... só mesmo a mofo (Antologia 1921-26 SEARA NOVA 1971)

Ensaios poético-fotográficos (do meu FB de 2014)

Ao rever o meu Feicebuque (talvez se possa usar esta palavra com ortografia aportuguesada).
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em 2014, já não fui a tempo de ver a data:


o meu olhar
num momento 
ensimesmado
emboscado 
em modo d´admirar
pasmado
maravilhado
tudo ao mesmo tempo...
Insignificâncias...

as-nunes14

2016/08/28

Coincidências assombrosas: a minha tia ALCINA fez 91 anos e a CP, rádio e Televisão associaram-se ao evento.



Aniversário da minha tia Alcina, irmã do meu pai (91º)

Fragmentos do FB da prima Teresa Amores:

Bem!!! Este aniversário ela não vai esquecer!! Saiu de casa a pensar que ia ser um aniversario muito calminho...só com os filhos nora e genro... afinal apareceu a sic, a tvi, o jornal....prenda da CP, flores, rancho....nada que ela não mereça, mas não era preciso tanto!!!


António Nunes : Eu vi na TV mas fiquei tão assarapantado com a coincidência que até fiquei na dúvida. Afinal confirma-se. Muitos parabéns, minha tia, embora atrasados.
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A placa identificativa da locomotiva da CP, que percorre a linha do Tua, ao longo do Douro. 

Foi construída precisamente no ano em que a minha tia Alcina nasceu.
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- Vou rever a reportagem da SIC.
- Entretanto, também aqui fica o link dum vídeo da TVI:
http://www.tvi24.iol.pt/videos/sociedade/locomotiva-historica-do-douro-e-idosa-comemoram-juntos-91-anos/57c2022d0cf2b1af98330572

2016/06/02

AVES de Portugal - Cartaxo e Pisco

Ultimamente, tenho dado mais atenção (até por falta de tempo e muita dispersão) ao meu Facebook.
Mas não quero descurar em demasia este meu blogue. Ao fim e ao cabo, o meu auxiliar de memória de mais de 10 anos e um repositório de crónicas que perpassaram por esse lapso de tempo a abordar os temas mais diversos.
Com a ajuda do "Ficheiro Temático" na barra lateral direita tenho conseguido recuperar informações e memórias que muito me têm ajudado a reposicionar-me no espaço e no tempo.
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Sem mais delongas, nesta oportunidade, venho republicar o que deixei no meu FB, por achar de interesse para os objetivos do "Dispersamente":

Na semana passada decidimos, eu e a Zaida, ir passar uns dias ao Alentejo. E convencemos a nossa neta, a Mafalda, a fazer-nos companhia. Prontificou-se, desde logo, a conduzir durante todo o tempo. Partimos na segunda feira, de manhãzinha e regressámos na quinta à tardinha.
A Mafalda é que, em conjunto com a avó, planeou toda a viagem e visitas.
Vou ver se consigo deixar aqui uma crónica. Talvez dividida em vários capítulos.

I
Na quarta feira (dia 25 de Maio de 2016) fomos de Elvas (onde assentamos a sede operacional) em direção ao Alqueva com o objetivo de dar-mos uma volta de barco, a partir duma das marinas, a da própria barragem. Foi uma viagem fantástica, apesar de ter sido o do formato mais pequeno.
Tenho vários registos no meu facebook desta data ( https://www.facebook.com/orelhavoadora?fref=photo ).

O último registo tem a ver com o facto de eu ter fotografado uma pequena ave, pousada precisamente numa das várias ´grevileas robustas` do parque do cais de embarque.


Eis o que escrevi no FB:
Comentários
António Lains Galamba companheiro: não me parece um pisco mas sim um cartaxo. Mas bem apanhado:)
GostoResponder1 h
António Nunes António Lains Galamba eu é que tenho a dizer, com toda a ênfase e o meu agradecimento: bem apanhado! Não me quero fazer de esperto (chico esperto mesmo) mas fiquei com a secreta esperança de que alguém aqui viesse fazer alguma observação a respeito do...Ver mais
António Nunes
19/5 às 17:08Leiria
um pisco pisca-me o olho
imperturbável olha a objetiva
surpreso clico de sobrolho
deixa-me nesta expectativa
...Ver Mais
António Lains Galamba Rabirruivo fêmea, parece-me. grande abraço
GostoResponder1 h
António Nunes Muito obrigado. Como já deu para perceber que o António percebe da coisa (o que não é de espantar) vou propor-lhe uma parceria: posso consultá-lo nas minhas próximas investidas nesta matéria? Além do mais fiquei de ir mais vezes viver o Alentejo! 
GostoResponder1 h
António Lains Galamba gosto de pássaros. mas sou um neófito.  mas se puder ajudar terei muito gosto:) abração
GostoResponder1 h
António Nunes Sou apreciador do seu trabalho. Pelo que tenho visto e já ouvi. Abraço amigo e de fã.
GostoResponder1 h
António Lains Galamba muito obrigado por tanta simpatia. um dia beberemos um tinto:) grande abraço
Não gostoResponder11 h
M Teresa Marques Levei o "seu" pisco/cartaxo para embelezar o meu mural!
António Nunes pisco/cartaxo. boa boa. Confio cegamente na opinião doAntónio Lains Galamba. Vou ver se lhe dou mais pormenores.
António Nunes Consultada uma enciclopédia e tendo em conta a opinião abalizada do Antóno Lains parece-me que se pode ficar com a certeza de que se trata do "cartaxo"
Lis Costa Amo os passarinhos António Nunes os nomes nunca sei salvo de umas rolinhas-roxas que me visitam frequentemente.... Um bom dia!
Não gostoResponder116 min

Interessante. Muito interessante.
Vou ver se consigo descobrir o tal manual das Aves de Portugal.