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2017/10/22

2017/09/19

Zaida Nunes apresenta livro de poemas de Clara Paulo em Porto de Mós



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O presente vídeo tem uma duração de cerca de 10 minutos.
Será divulgado via FB uma versão mais sintetizada para maior comodidade de quem quiser tomar conhecimento do que foi esta sessão. O local recomendado pelo Presidente da Junta, José Gomes dos Santos, foi a histórica e airosa  Casa de D. Fuas Roupinho (também do Barão de Porto de Mós, já no decorrer do séc. 19/20). Daqui se podem admirar soberbas vistas panorâmicas sobre o Serro Ventoso, Serra dos Candeeiros e outros montes com silhuetas belíssimas.

No dia 16 Setembro de 2017 teve lugar uma interessante apresentação do livro de poemas de Clara Paulo no auditório da Junta de Freguesia de Porto de Mós.

O Presidente da Junta, José Gomes dos Santos, foi incansável para que todo este evento decorresse num ambiente muito agradável e digno. Teve a amabilidade de me oferecer o livro "Ventos da Memória - Porto de Mós/ S. Pedro e S. Paulo onde se apresenta a freguesia que é uma agregação de duas freguesias históricas. Silva Neto foi o seu primordial autor, tendo embora tido a participação brilhante de outros ilustres portomosenses.

Fui ao FB da Clara Paulo e respiguei de lá este texto do meu amigo, companheiro de tertúlia, escritor, jornalista etc e editor consagrado, Carlos Fernandes, que é uma obra-prima de poder de síntese:
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"CLARA PAULO APRESENTOU POESIA EM PORTO DE MÓS

O livro de Clara Paulo, “Veredas do silêncio”, foi relançado, desta vez no auditório D. Fuas Roupinho, na Junta de Freguesia de Porto de Mós, no dia 16 de Setembro de 2017. A apresentação esteve a cargo de Zaida Paiva Nunes e contou com a presença do Presidente da Câmara de Porto de Mós, João Salgueiro, do Presidente da Junta de Freguesia de Porto de Mós, José Gomes, do Secretário da Junta de Freguesia de Pedreiras, Victor Semião, e do editor da Textiverso, Carlos Fernandes. Acompanhadas ao piano por Beatriz Domingos, disseram poesia Zaida Nunes, Noémia Silva, Ilda Silva, Leonor Rita e a própria autora, Clara Paulo. A ilustrar musicalmente a sessão esteve o tenor António Alves. Teceram considerações os autarcas presentes. Sala cheia para uma sessão cultural memorável. [Fotos Clara B. Marques]." (*)
Segue-se uma sequência de fotos (*) de primorosa qualidade, como a Clara Marques nos tem habituado, aliás.
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As fotografias que se seguem são, umas de minha autoria, outras da Maria Padrão, grande amiga e que nos acompanha com frequência. Obrigado, Maria.

Álbum de fotografias:















O tenor António Alves, que nos brindou com 3 excelentes representações líricas.

A autora, Clara Paulo e o Presidente da Câmara de Porto de Mós, João Salgueiro.




Zaida Paiva Nunes





 José Gomes dos Santos - Presidente da Junta de Freguesia de Porto de Mós






 Zaida Paiva Nunes e Maria Padrão




 Um pormenor do hall de entrada da Casa D. Fuas Roupinho, almirante ao tempo de D. Afonso Henriques

O espetacular livro que me foi oferecido pelo sr presidente da Junta, José dos Santos. Obrigado, caro amigo.

2017/04/23

Apresentação do Romance "Ai! Joaquinita . um crime à beira de água" de Pedro Moniz



Tive a suprema honra de ser convidado para apresentar o Romance de Pedro Moniz, "Ai! Joaquinita - Um crime à beira de água".

Ora:
Quem é Pedro Moniz?
Pedro Moniz de Almeida Pereira nasceu em Leiria a 3 de Outubro de 1971. Residente na Barreira, cursou o ensino secundário no Colégio Conciliar de Maria Imaculada, da Cruz da Areia (Leiria), até ao 9º ano. No Liceu Francisco Rodrigues Lobo, também em Leiria, concluiu o complementar, sendo galardoado com o prémio Morais Rosa, que distinguiu o aluno com notas mais altas no 10º e 11º anos, nas áreas de Ciências e Humanísticas.
É licenciado em Direito, pós-graduado em Estudos Europeus pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e advogado.
Exerceu as funções de jurista em estágios profissionais na Câmara Municipal de Leiria e na então IGT (Inspeção Geral do Trabalho) de Portalegre.
Fundou o Jornal da Barreira, organizou a antologia de Poesia e Prosa do General Oliveira Simões e tem sido colaborador da imprensa regional. Em 2011, publicou o livro D. António Antunes Bispo de Coimbra e em 2016 lançou a coletânea de poesia Pérolas de Vida
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A realização do vídeo esteve a cargo de Maria Padrão, com presença no FB em https://www.facebook.com/maria.padrao.10 e a produção e montagem é de António Nunes.

Sinopse do romance:
O ano de 1928 começou, como sempre, com renovadas esperanças de prosperidade e felicidade. Joaquina Duarte aceitou fazer um favor aos tios da Quinta da Cerca, nas Cortes - Leiria, e deslocou-se a casa deles para auxiliar nas tarefas domésticas, já que a tia estava prestas a dar à luz.
As despreocupadas e inocentes dezasseis primaveras tinham sido vivenciadas com o espírito ledo. A vida era harmoniosa, o coração estava ocupado por um nobre sentimento de amor, que até era correspondido, crescia no seio de uma família que a amava e de uma paróquia que a acolhia maternalmente.
Em circunstâncias misteriosas, contudo, Joaquina Duarte aparece morta no rio Lis. O que terá acontecido? Quem ou o que terá provocado a sua morte? É o que Pedro Moniz procura desvendar, recriando a seu modo o clima tenso que rodeou este acontecimento insólito no meio pacato da região. (in contracapa do livro, ed. Textiverso).
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Vídeo em que Pedro Moniz fala do seu novo livro, o Romance "Ai! Joaquinita - CRIME À BEIRA DE ÁGUA"

2017/04/20

Ruy de Carvalho em Leiria na divulgação das linhas de rumo para a APpeas - Associação Portuguesa de promoção do Envelhecimento Ativo e Saudável,


Jorge Gameiro teve a ideia de se lançar na empresa de escrever um livro que poderia constituir-se como uma rampa de lançamento e Manual para o Envelhecimento como forma de colaborar na implementação da APpeas - Associação Portuguesa de Promoção do Envelhecimento Ativo e Saudável.
E conseguiu esse intento graças ao "esforço colaborativo de um alargado número de pessoas e organizações, que com a sua entrega, conhecimentos e saberes, contribuíram para o mesmo." Como o próprio autor reconhece no capítulo dos "Agradecimentos".
Uma colaboração que se tem de destacar pelo seu notório significado mediático e de atitude cultural é a do grande e altamente homenageado ator Ruy de Carvalho. O Prefácio deste livro, "Felicidade 100 Idade", que nesta sessão em Leiria se lançou ao conhecimento público, é de sua autoria. Ruy de Carvalho começa o seu Prefácio com uma frase que podemos classificar de lapidar: "A vida ao nos conceder naturalmente a liberdade, torna-nos obrigatoriamente dignos da felicidade.
Sem menosprezo por todas as outras colaborações permito-me destacar as do Dr. Gentil Martins e de Zaida Paiva Nunes, que se vê a integrar a mesa da sessão e em cujo decurso a apresentou oralmente.

Podemos conferir a pp 49-53 o que se diz sobre a APpeas. O título do ponto 2.3 A visão APpeas do envelhecimento ativo e saudável, cujo texto é da autoria de Batista Cabarrão, Presidente da APpeas e de Rita Andrade, Vice-Presidente da APpeas começa por identificar A APpeas e termina definindo as linhas mestras desta associação no seu contexto específico do envelhecimento ativo e saudável. Eis o que se diz acerca do que é a APpeas:
"A APpeas - Associação Portuguesa para a Promoção do Envelhecimento Ativo e Saudável, é uma instituição particular sem fins lucrativos e de âmbito nacional constituída em 2014, que não professa qualquer ideologia política ou religiosa e propõe-se defender a pessoa humana e os seus direitos individuais e sociais, qualquer que seja a sua condição, etnia, cultura ou nacionalidade."
Este livro está à venda por 10€ sendo que metade da receita daí resultante reverte a favor da APpeas.
É de destacar, nesta oportunidade, que o seu mentor da primeira hora é o engº Batista Cabarrão, um amigo de longa data, dos tempos em que trabalhámos juntos, no início dos anos 80, numa empresa de construção de máquinas para a indústria de calçado, a já extinta, Carvalho & Catarro, Lda. em Leiria. 
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Consultar também http://dispersamente.blogspot.pt/2017/04/zaida-paiva-nunes-na-apresentacao-de.html

2017/04/02

António Almeida Santos Nunes apresenta o livro de Pedro Moniz «Ai! JOAQUINITA - Crime à beira de água»


Cabe-me a subida honra de ser o apresentador da obra e da vida literária do meu jovem amigo Pedro Moniz conforme cartaz acima.
Para além de me caber falar de Pedro Moniz, a quem me ligam laços de amizade e convívio de há largos anos, terei também o prazer de ter a companhia do Grupo Musical AdesbaCapella e de outro grande amigo e recente fráter, Pedro Jordão(*)  do Movimento Independentista Literário d´AQVS, que, muito brevemente virá à liça pública para defender as suas linhas mestras de orientação.
Vou fazer o meu melhor para não deslustrar a obra que, tão entusiasticamente, Pedro Moniz vai apresentar ao público no dia 22 deste mês: «Ai, Joaquinita - Crime à beira de água», edição da Textiverso.
Obrigado Pedro Moniz pela confiança e amizade depositados.
(*)
Pedro Jordão é um músico de longa experiência e de créditos firmados. Lançou recentemente o seu livro "textos cínicos de amargura variável", Editora Textiverso, 2016.
Participou na edição dum duplo CD "era tão azul", Poemas de Carlos Pires e Música de Pedro Jordão, que foi lançado em 2017, no Auditório do Museu do Papel em Leiria. 

2016/11/27

Zaida Nunes apresenta livro de Adélio Amaro - Abraçar uma Estrela


Zaida Paiva Nunes fez a apresentação na Biblioteca Municipal de Alcanena, no dia 26 de novembro de 2016, do livro de poemas de Adélio Amaro, «Abraçar uma Estrela».
A sessão decorreu em ambiente franco e aberto de Encontro do Grupo de Poesia e Cultura da Biblioteca Municipal de Alcanena, alargado. Foi muito participado e, no seu decurso, houve ocasião de falar de Adélio Amaro e da sua versátil e muito preenchida carreira como Escritor, Poeta, Editor, Jornalista e muitas mais facetas, que constituem o espelho de todo o seu trabalho em prol da Cultura, Associativismo e Cidadania. Um Cidadão em pleno, dedicado às causas da sua terra Natal, Leiria, dos Açores, Algarvia, terra do seu pai, da Comunidade Portuguesa espalhada por todo o mundo, particularmente, Europa, Brasil e América do Norte. Enfim, só passando os olhos com atenção e tempo pelo seu curriculum e historial bio-bibliográfico é que se poderá ficar com uma ideia aproximada de toda a riqueza da sua atividade sócio-profissional, apesar de ainda estar no fulgor da sua idade temporal.













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Foto tirada aquando da apresentação acima referida
nota de abertura ao cv abaixo:

ADÉLIO AMARO, Comendador Grande Oficial, nasceu em 1973, em Leiria, onde reside.

É um apaixonado pelos Açores tendo feito os levantamentos fotográfico e histórico das quase 160 freguesias, dos 19 concelhos das 9 ilhas dos Açores.

Entre vários cursos frequentou Design da Comunicação na ESTGAD, Caldas da Rainha, e História de Arte do Século XX, na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa.

Foi Jornalista Profissional (1996-2005) e diretor de vários jornais. Atualmente é director executivo do jornal Gazeta Lusófona (Suíça) e colabora na imprensa de Portugal, Suíça, França, Canadá, EUA e Brasil. Tem cerca de 4 mil artigos publicados em mais de 80 jornais e revistas.

É fundador e foi sócio gerente da editora Folheto Edições & Design (2003-2015) e é coordenador cultural da editora Portugal Mag Edições, em Paris (França).

Já participou em mais de duas dezenas de congressos e ações de formação, em outros tantos países, na Europa, Ásia e América.

Com várias intervenções, palestras, prefácios e apresentações, moderou a apresentação de mais de 400 livros.

Fez 14 exposições individuais de pintura e fotografia, em Portugal, Suíça e Japão.

Foi Deputado da Assembleia Municipal de Leiria e presidiu a várias associações, sendo, atualmente, fundador e presidente da Associação de Investigação e Cultura dos Açores/Leiria (Biblioteca com mais de 7 mil volumes entre outra documentação) e vice-presidente do Centro de Património da Estremadura.

Referenciado em vários manuais, é autor de 25 livros e cadernos e coordenador da Antologia de Poetas Lusófonos em 24 países de todos os Continentes, já com 7 volumes e mais de 300 poetas, e da coleção nacional "Etnografia e Tradição" com os Ranchos Folclóricos, as Bandas Filarmónicas e os Grupos Corais.

Autor dos Brasões das Freguesias da Barreira (Leiria) e Algarvia (Açores).

Diversas vezes distinguido onde se destaca:

Medalha Prémio Especial pelo Ministério do Ambiente, Lisboa, 1998;

Troféu de Cultura do Orfeão de Leiria, 2002;

Medalhas e Diplomas Reconhecimento e Honra ao Mérito pelo Museu Maria da Fontinha, Castro Daire, 2004, 2005 e 2007;

Diploma e Medalha Austragésilo de Athayde, pela Academia de Letras e Artes de Paranapuã, Rio de Janeiro, Brasil, 2005;

Diploma de Honra ao Mérito, do Elos Clube de Leiria, 2007;

Grande Colar de Ouro, Diploma Grande Oficial e Comenda das Artes Visuais da Associação Brasileira de Desenho, 2007;

Honra ao Mérito do Elos Clube de Alcanena, 2008;

Medalha de Bronze da Cidade de Leiria (2014);

Título Honorífico de Cavaleiro da Ordem da Associação Brasileira de Desenho, 2014;

Membro de várias Associações e Academias em Portugal, França, Suíça, Brasil e Canadá.


2016/11/07

Pedro Jordão: apresentação do seu livro «Textos cínicos de amargura variável" - 5 Novembro de 2016

AQVS- Movimento : Pedro Jordão: apresentação do seu livro «Textos cínicos de amargura variável" - 5 Novembro de 2016

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O blogue acima, aqui "linkado", não deverá ter vida duradoura. Foi criado com a intenção de servir de plataforma de estudo e reflexão sobre os princípios e métodos científicos a usar tendo em vista um movimento que ficou em coma logo à nascença. E parece que não dá mostras de ser capaz de vingar.
A ver vamos...
Assim sendo, aqui deixo as fotos que eu tirei no decorrer do lançamento do livro do meu caro amigo e companheiro tertuliano dos "Serões Literários das Cortes", Pedro Jordão.
Conheço o Pedro Jordão desde há dois anos, talvez. Já tenho alguma dificuldade em me situar corretamente no tempo que vai passando a uma velocidade que, cada dia que passa, mais e mais me impressiona.
Ah, não o conhecem?! Então leiam o que o "Jornal das Cortes" já publicou. É só seguir o link.
Se o quiserem ouvir a apresentar o seu livro "textos cínicos de amargura variável", Ed. Textiverso - 2016 podem abrir um vídeo que eu próprio produzi. Ressalve-se, desde já, o amadorismo desta produção, como de tantas outras que já armazenei no meu canal do YouTube.