2017/12/03

Zaida Paiva Nunes, na Escola Secundária de Alcanena, enquanto Escritora



A convite da Biblioteca Municipal Dr. Carlos Nunes Ferreira, a escritora Zaida Paiva Nunes irá estar presente no próximo dia 4 de dezembro, às 10h, na Escola Secundária de Alcanena.
Esta atividade está integrada na Feira do Livro da ESA.
Será promovida 1 sessão às 10H para os alunos do 1º ciclo do Ensino Básico das Escolas de Bugalhos e Malhou.

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A sessão correu lindamente. A participação das crianças foi muito viva.
A história que a Zaida utilizou, de sua autoria, tem o título a "Preta dos Carvões e os Sete Sabichões", teve uma recetividade muito cativante. Nas paredes do auditório da ESA foram dispostos 13 cartazes com colagens, desenhos e texto alusivos ao tema.
Eis a reportagem fotográfica possível:
















2017/11/30

Cartas do Peru dos Olivais; 88 depois foi escrita a IV carta...





Conforme o que já está registado na página do FB de Zaida Nunes:

O Natal está aí. Com todas as suas velhas e novas tradições: o presépio, a árvore de natal, as filhós, o peru. E por falar em peru; lembrei-me das "Cartas do Peru dos Olivais" do poeta Acácio de Paiva. Três cartas. Escritas nos primórdios do séc. XX. E como em Portugal é hábito importar tudo o que é americanice - o black friday, o dia das bruxas, o pai natal - lembrei-me: e porque não importar a tradição de comutar a pena a um inocente peru condenado à morte apenas para cumprir uma outra tradição?
Pois é!!! Talvez o "nosso" peru escrevesse a IV carta...

IV
"Adorada peruazinha:
Deu-se o milagre!
Estava já de faca nas goelas,
A tigela pró sangue, com vinagre...
Bateram à porta, às janelas.
Alguém gritou:
"Suspendam tudo!
O Presidente a pena comutou!
Comam o recheio,
Juntem-lhe tofu
Ou papas de centeio...
Mas libertem o peru!"
Vou, já, já, pôr-me a caminho
Minha perua querida, amorzinho.
Lisboa, nunca mais!
Até amanhã e mil beijos do teu
Peru dos Olivais"
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Zaida Paiva Nunes
(As três "Cartas do Peru dos Olivais" foram publicadas por Acácio de Paiva em 1929 nas suas "Fábulas e Historietas".)











Que tenham um bom Natal. Com peru ou sem ele...

2017/11/19

Seca extrema em Portugal - ano de 2017







O texto que se segue retirei-o do FB da Rosário. Voz de poeta.
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Maria Rosário De Oliveira
Não se reconhece a beleza do céu rosa ao pôr do sol. Melhor fora se cinzento fosse.

Perde-se o verde por toda a Península. A água escasseia e mostra aldeias perdidas e monumentos alagados. 
Nas fontes escorre um fiozinho ou vê-se o aviso de corte de água.
Pastores, agricultores, apicultores olham o longe do céu em busca de nuvens, que não estão.
O turista já não vem e nem os cogumelos crescem. Perde-se o ditado "crescem como cogumelos" nesta paisagem castanha, inóspita, nestes lugares beges, tristes. Por ora, remedeia-se a situação com soluções temporárias: vai água, vai alimento seco para os animais... mas todos sabem que isto não resolve. Deitam olhares de esperança à imagem da santa na igreja da aldeia. Será que lhes (nos) vai valer ou já nada há a fazer neste andamento que o homem iniciou, há muito tempo, sem pensar no tal desenvolvimento sustentável?
As paisagens da nossa terra parecem-se assustadoramente com aqueles filmes do futuro, apocalípticos e longínquos. Isto faz -me triste. 
Eu agora ficava mesmo feliz com um dia cinzento, cheio de chuva. O sol é magnífico e o tempo bom fantástico, mas já chega.

2017/11/01

Noite de Fados - Taverna do Alberto - Leiria



À meia noite cantou-se "Parabéns a você".
Maria Padrão entrava no dia do seu Aniversário.

Comeram-se almojávenas (especialidade de Zaida Paiva Nunes) e brindou-se com champanhe.

Fadistas (Andreia Matias e Emanuel Soares) de alto gabarito, superiormente acompanhados à guitarra e viola, respetivamente por prof. Arménio de Melo e Gilberto Silva.
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nb.: para quem quiser saber das «almojávenas» é só seguir o link, neste blogue: 
http://dispersamente.blogspot.pt/search/label/almoj%C3%A1venas.
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Taverna do Alberto.
Conhecia só de nome. Gostei muito e fiquei fã, da cozinha e deste conjunto de Fado. 




2017/10/26

Poetry Slam: A terra anda louca: poema de e dito por Zaida Paiva Nunes


Decorreu, no dia 7 outubro de 2017, no MiMO em Leiria, o último Poetry Slam Leiria, antes da grande final em Lisboa, que terá lugar entre hoje e sábado em Lisboa. A grande dinamizadora deste evento é a Carla Veríssimo. 
(ver FB https://www.facebook.com/VerissimoCarla )
O Pedro Silva (FB https://www.facebook.com/pedro.silva), um dos que mais valorizaram este evento ao longo do ano, tem uma conta no youTube com o seguinte endereço: 
https://www.youtube.com/channel/UC6Q15a6ykSdevISqhx2IQXA
Aqui tem publicado, com o intuito de divulgar alguma da poesia que se vai escrevendo e dizendo em Leiria.
Mais se pode ler sobre o que se deve entender por "Poetry Slam" seguindo o link:
http://dispersamente.blogspot.pt/search/label/Poetry%20Slam%20Leiria

2017/10/24

Poetry Slam: Os primos . Poema que declamei no MiMO - Leiria,





Participei no Poetry Slam MiMO - Leiria, no dia 7 outubro de 2017.

Um poeta de poesia de cepa torta, mas é assim que me exprimo na minha ânsia de querer partilhar o que me vai na alma, num momento do tempo que vai passando por mim...

Estava a pensar nos muitos primos que vivem na floresta imensa que abrange todo o planeta. Disse-o com muita emoção, talvez que a voz até se me tenha embargado, a espaços ...

Obrigado Pedro Silva https://www.youtube.com/channel/UC6Q15a6ykSdevISqhx2IQXA )
 por teres feito as gravações e as estares a divulgar no youtube.

Um abraço.


2017/10/22

2017/10/06

As primeiras estrelícias no meu jardim ao fim de 20 anos a mudar a planta de lugar.
















As primeiras estrelícias que conseguimos produzir no nosso jardim a partir duma planta que trouxemos da Madeira há cerca de 20 anos. Foi uma grande surpresa. E logo com todo este esplendor.
A estrelícia ou ave do paraíso, de nome científico Strelitzia reginae, é uma planta herbácea, perene rizomatosa originária da África do Sul, com aproximadamente 1,20 m de altura, de folhas duras, grandes e ovoladas com pecíolos bastante compridos. É cultivada em jardins de regiões tropicais e sub-tropicais e bastante apreciada pela beleza das suas flores, que com aproximadamente 15 cm são de cor laranja e azul e assemelham-se à cabeça de uma ave do paraíso.

O termo científico desta planta "Strelitzia reginae" do Latim = estrelícia da rainha, em homenagem à rainha Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, esposa do rei Jorge III de Inglaterra, morta em 1818. (WI)

2017/09/19

Zaida Nunes apresenta livro de poemas de Clara Paulo em Porto de Mós



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O presente vídeo tem uma duração de cerca de 10 minutos.
Será divulgado via FB uma versão mais sintetizada para maior comodidade de quem quiser tomar conhecimento do que foi esta sessão. O local recomendado pelo Presidente da Junta, José Gomes dos Santos, foi a histórica e airosa  Casa de D. Fuas Roupinho (também do Barão de Porto de Mós, já no decorrer do séc. 19/20). Daqui se podem admirar soberbas vistas panorâmicas sobre o Serro Ventoso, Serra dos Candeeiros e outros montes com silhuetas belíssimas.

No dia 16 Setembro de 2017 teve lugar uma interessante apresentação do livro de poemas de Clara Paulo no auditório da Junta de Freguesia de Porto de Mós.

O Presidente da Junta, José Gomes dos Santos, foi incansável para que todo este evento decorresse num ambiente muito agradável e digno. Teve a amabilidade de me oferecer o livro "Ventos da Memória - Porto de Mós/ S. Pedro e S. Paulo onde se apresenta a freguesia que é uma agregação de duas freguesias históricas. Silva Neto foi o seu primordial autor, tendo embora tido a participação brilhante de outros ilustres portomosenses.

Fui ao FB da Clara Paulo e respiguei de lá este texto do meu amigo, companheiro de tertúlia, escritor, jornalista etc e editor consagrado, Carlos Fernandes, que é uma obra-prima de poder de síntese:
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"CLARA PAULO APRESENTOU POESIA EM PORTO DE MÓS

O livro de Clara Paulo, “Veredas do silêncio”, foi relançado, desta vez no auditório D. Fuas Roupinho, na Junta de Freguesia de Porto de Mós, no dia 16 de Setembro de 2017. A apresentação esteve a cargo de Zaida Paiva Nunes e contou com a presença do Presidente da Câmara de Porto de Mós, João Salgueiro, do Presidente da Junta de Freguesia de Porto de Mós, José Gomes, do Secretário da Junta de Freguesia de Pedreiras, Victor Semião, e do editor da Textiverso, Carlos Fernandes. Acompanhadas ao piano por Beatriz Domingos, disseram poesia Zaida Nunes, Noémia Silva, Ilda Silva, Leonor Rita e a própria autora, Clara Paulo. A ilustrar musicalmente a sessão esteve o tenor António Alves. Teceram considerações os autarcas presentes. Sala cheia para uma sessão cultural memorável. [Fotos Clara B. Marques]." (*)
Segue-se uma sequência de fotos (*) de primorosa qualidade, como a Clara Marques nos tem habituado, aliás.
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As fotografias que se seguem são, umas de minha autoria, outras da Maria Padrão, grande amiga e que nos acompanha com frequência. Obrigado, Maria.

Álbum de fotografias:















O tenor António Alves, que nos brindou com 3 excelentes representações líricas.

A autora, Clara Paulo e o Presidente da Câmara de Porto de Mós, João Salgueiro.




Zaida Paiva Nunes





 José Gomes dos Santos - Presidente da Junta de Freguesia de Porto de Mós






 Zaida Paiva Nunes e Maria Padrão




 Um pormenor do hall de entrada da Casa D. Fuas Roupinho, almirante ao tempo de D. Afonso Henriques

O espetacular livro que me foi oferecido pelo sr presidente da Junta, José dos Santos. Obrigado, caro amigo.